Para o Greenpeace, Microsoft polui demais
O “poluômetro” do Greenpeace: a pior é a Nintendo, e, a melhor, a Nokia
A empresa é uma das mais mal colocadas no ranking de fabricantes de eletrônicos divulgado hoje.
Oficialmente chamado de Guia da Eletrônica Verde, o relatório trimestral do Greenpeace existe desde 2006. Para receber uma boa avaliação nele, o fabricante precisa cumprir três objetivos:
- Fabricar produtos sem substâncias tóxicas.
- Reciclar os aparelhos quando eles se tornam obsoletos.
- Reduzir o impacto climático das suas operações.
Na edição mais recente, publicada hoje, a Microsoft aparece em 15º lugar entre 17 fabricantes, com nota 2,5. É a mesma posição da edição anterior, liberada em março, mas a empresa perdeu 0,2 ponto por causa da sua fraca política de reciclagem. Vale lembrar que a ênfase do Greenpeace é na fabricação de hardware. No caso da Microsoft, isso significa Xbox e acessórios como mouse, teclado e webcam.
A Microsoft vai razoavelmente bem quando o assunto são resíduos tóxicos e tem pontuação mediana no item energia. Cerca de 24,4% da energia consumida pela empresa vem de fontes renováveis. O problema é o lixo eletrônico. Segundo o Greenpeace, a Microsoft não se responsabiliza pela reciclagem dos produtos depois que sua vida útil termina.
Como já acontecia antes, a lanterninha da lista do Greenpeace é a Nintendo. Com nota 1, ela é a mais poluidora entre as 17 empresas. Também estão em posições vergonhosas Fujitsu, com nota 2,4, e Lenovo, com 2,5. A Lenovo – assim como a HP e a Dell – foi penalizada neste trimestre por não ter cumprido promessas relacionadas com TI verde. Merecem aplausos Nokia, com nota 7,45, e Samsung, com 7,1. As duas lideram o movimento rumo a uma indústria de eletrônicos mais amigável ao meio-ambiente.
Fonte infoBlogs
Campanha Banda Larga